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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Baleia encalha em praia de Búzios

Ela apareceu na Praia de Geribá nesta segunda-feira (25). Animal chamou a atenção dos banhistas.

Uma baleia encalhou nesta segunda-feira (25) na Praia de Geribá, uma das mais famosas de Búzios, na Região dos Lagos, chamando a atenção dos banhistas. De acordo com o Corpo de Bombeiros de Búzios, uma equipe tenta desencalhar o animal desde as 16h  (Foto: Alvinho Duarte/Foto Arena/AE)

Baleia encalhada em Búzios

 

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Orca é encontrada morta em praia de Santa Catarina

Orca é encontrada morta em Santa Catarina 
Orca é encontrada morta em Santa Catarina (Foto: Maurício Vieira/Diário Catarinense/Ag. RBS)
 
Uma orca foi encontrada morta em uma praia de Içara (SC) na tarde de quinta-feira (14). Biólogos da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc) trabalham na retirada dos ossos do animal nesta sexta-feira (15). O restante do corpo será enterrado na praia.

De acordo com a Unesc, a orca tem cerca de cinco metros e 1,5 tonelada. 

O animal teria morrido em alto-mar e encalhou na praia já em avançado estado de decomposição. 
Material retirado do corpo da orca foi encaminhado para análise, que deverá determinar as causas da morte.
Os ossos serão remontados e expostos na universidade.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Baleia recordista viaja 10 mil km do Brasil ao Oceano Índico para acasalar

Um baleia-jubarte estabeleceu um recorde mundial ao nadar quase 10 mil quilômetros do arquipélago de Abrolhos, na costa brasileira, à ilha de Madagascar, na costa leste da África, na tentativa de acasalar.

O animal foi fotografado pela primeira vez em Abrohos no dia 7 de agosto de 1999. No dia 21 de setembro de 2001, por puro acaso, foi clicada novamente por participantes de um passeio para observar baleias perto da ilha Sainte Marie, no Oceano Índico.

Cientistas de um projeto de monitoramento do deslocamento de baleias-jubarte no Atlântico (Antarctic Humpback Whale Catalogue) identificaram o animal graças ao peculiar formato de sua cauda e aos padrões de pintas encontrados nela.

As manchas no rabo da baleia. 
As manchas no rabo da baleia. (Foto: Peter Stevick/Antarctic Humpback Whale Catalogue)
 
O caso, assim como sua importância para a ciência, é relatado nesta quarta-feira na edição da publicação especializada "Biology Letters", publicada pela Royal Society da Grã-Bretanha.

Segundo os pesquisadores, as baleias-jubarte ("Megaptera novaeanglieae"), também conhecidas como baleias-corcunda, se destacam por suas longas migrações sazonais.

Esses animais costumam se deslocar 5 mil quilômetros para se acasalar, normalmente na direção norte-sul - por exemplo, entre uma latitude no extremo sul do continente, próximo da Antártida, e uma posição mais tropical.

A baleia de Abrolhos não apenas se deslocou o dobro do observado em um comportamento típico como o fez na direção oeste-leste.

O fato de o animal ser uma fêmea deixou os cientistas mais intrigados, já que, nessa espécie, são os machos os que costumam se deslocar por distâncias maiores em busca de acasalamento.

"A diferença entre as duas posições compreende mais de 88º de longitude. É o mais longo deslocamento de um mamífero, cerca de 400 km maior que o mais longo movimento sazonal de migração registrado até hoje", escrevem os pesquisadores.

Baleia atravessou um quarto do mundo em questão de semanas
O coordenador da equipe, Peter Stevick, do College of the Atlantic, em Maine, nos EUA, disse que é possível que a baleia tenha realizado a sua jornada em dois estágios ao longo de diversas semanas.

"Se eu tivesse de adivinhar, diria que o animal realizou uma migração normal para o Antártico (em busca de alimentação) e de lá para Madagascar", afirmou, à BBC.

"Se tivesse de desenhar um percurso, seria do Brasil para o Oceano Antártico e de lá para o Índico."
A descoberta deve ajudar os cientistas a entender melhor o comportamento das baleias-jubarte, uma espécie que apenas recentemente saiu da categoria de animais em risco de extinção.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Mergulho na Praia de Iracema, Fortaleza - Ceará

Numa tarde belissima da nossa querida Fortaleza mergulhamos na Praia de Iracema para concluirmos a segunda etapa do Dia Internacional de Limpeza das Águas, fomos surpreendidos por uma praia limpa quase sem lixo, passamos quase uma hora vasculhando o fundo do mar e achamos apenas um o dois copos descartáveis, um saquinho de lixo, isopor e alguns cocos.

Participaram dessa operação os Mergulhadores Eduardo Franklin, Aline, Gonça, Henrique Coimbra, Victor Coimbra, Josué Barreto, Ana Flavia.


















Tubarão é flagrado na Flórida com argola entalada na cabeça

Mergulhadores chegaram a pensar que o tubarão estava morto.

Apesar do perigo, dupla se aproximou do animal e retirou o objeto.
Do G1, em São Paulo


Um tubarão foi flagrado por dois mergulhadores norte-americanos com uma argola de plástico entalada na cabeça. John Dickinson e Chip Garber estavam mergulhando na região de Palm Beach, no estado da Flórida (EUA), quando encontraram o animal.

Foto: Reprodução/WPTV

Tubarão foi flagrado por dois mergulhadores com uma argola na cabeça. (Foto: Reprodução/WPTV)

Segundo reportagem da emissora “WPTV", eles chegaram a pensar que o tubarão estava morto. "Porém, depois que puxar seu rabo, ele começou a nadar", disse Dickinson. Apesar do perigo, a dupla decidiu se aproximar do animal e retirar o objeto.

Os mergulhadores notaram que a argola está atrapalhando a alimentação do tubarão. Segundo Dickinson, foi possível perceber que ele tinha perdido muito peso. "Esperamos que o tubarão volte a comer novamente e viver uma vida saudável", disse.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Pesquisadores registram baleia de 11 metros sendo devorada por 30 tubarões

Ação dos tubarões foi acompanhada por cientistas de ONG ambientalista na costa da África do Sul

por Redação Galileu 
 
Mais de 30 tubarões foram vistos comendo uma baleia de quase 11 metros nas águas da Cidade do Cabo, na África do Sul. A baleia foi encontrada já morta por pesquisadores, que decidiram deixá-la próxima a uma conhecida zona de alimentação de tubarões brancos, chamada Seal Island. 


  Divulgação
Detalhes da alimentação dos tubarões brancos foram registradas pela ONG Save Our Seas

Ao ser encontrada pelos tubarões, a baleia foi dilacerada durante uma semana, até ser reduzida a ossos e músculo. Segundo o blog da ONG Save Our Seas, que documentou o processo, os tubarões faziam mordidas "testes" para selecionar o que queriam comer, rejeitando músculos e priorizando gordura. 

De acordo com a ONG, isso pode ajudar a explicar por que mais de 75% dos ataques em humanos consistem em uma única mordida e depois a liberação do corpo.


  Divulgação
Pesquisadores conseguiram observar de perto o hábio de alimentação dos tubarões

  Divulgação
Carcaça da baleia é cercada pelos tubarões

A pesquisadora Alison Kock, da ONG Save Our Seas, explicou que os cientistas observaram que os tubarões maiores, de cerca de 4 metros, tiveram prioridade na hora de escolher as áreas que seriam comidas. "Nos dois primeiros dias de "banquete", os tubarões menores ficavam ao redor e só comiam os restos", afirmou.